Administração

 

“Dá conta de tua administração.”
– Jesus. (Lucas, 16:2.)

 

Na essência, cada homem é servidor pelo trabalho que realiza na obra do Supremo Pai, e, simultaneamente, é administrador, porquanto cada criatura humana detém possibilidades enormes no plano em que moureja.

Mordomo do mundo não é somente aquele que encanece os cabelos, à frente dos interesses coletivos, nas empresas públicas ou particulares, combatendo tricas mil, a fim de cumprir a missão a que se dedica.

Cada inteligência da Terra dará conta dos recursos que lhe foram confiados.

A fortuna e a autoridade não são valores únicos de que devemos dar conta hoje e amanhã.

O corpo é um templo sagrado.

A saúde física é um tesouro.

A oportunidade de trabalhar é uma bênção.

A possibilidade de servir é um obséquio divino.

O ensejo de aprender é uma porta libertadora.

O tempo é um patrimônio inestimável.

O lar é uma dádiva do Céu.

O amigo é um benfeitor.

A experiência benéfica é uma grande conquista.

A ocasião de viver em harmonia com o Senhor, com os semelhantes e com a

Natureza é uma glória comum a todos.

A hora de ajudar os menos favorecidos de recursos ou entendimento é valiosa.

O chão para semear, a ignorância para ser instruída e a dor para ser consolada são apelos que o Céu envia sem palavras ao mundo inteiro.

Que fazes, portanto, dos talentos preciosos que repousam em teu coração, em tuas mãos e no teu caminho? Vela por tua própria tarefa no bem, diante do Eterno, porque chegará o momento em que o Poder Divino te pedirá: – “Dá conta de tua administração.”

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Fonte Viva. Ditado pelo Espírito Emmanuel. Capítulo 75

Carl Heinrich Bloch

Carl Heinrich Bloch "Transformando Água em Vinho"

Poema das Mãos

Amélia Rodrigues

Esqueça as próprias dores e deixe que as mãos de Jesus lhe penetrem a alma no sacerdócio do socorrer.

Enxugue o pranto dos olhos anônimos e pense as feridas dos estranhos nos caminhos por onde seguem os infelizes.

Distenda a parcela de pão, levando aos lábios alheios a porção de alimento mensageiro da vida.

Ofereça o remédio calmante, conduzindo o bálsamo portador da saúde.

Recorra ao passe salutar, renovando a água pura com a aplicação de energias superiores para a recuperação dos aflitos.

Não se faça desatento nem demore indiferente ante o espetáculo afligente que se dilata ante os seus olhos.

Jesus necessita das suas mãos para o ministério da vida abundante.

Deixe-se penetrar por Ele, esquecendo-se dos problemas que o escravizam ao poste da inutilidade.

De pouca valia serão as suas lágrimas se apenas expressam um abandono que não existe mas no qual você acredita.

Sem significação redundam os seus sofrimentos, se eles somente refletem a solidão onde você se refugia, deixando-se arrastar por injustificável pessimismo.

Para quem foi agraciado pela excelência da fé imortalista, não há como deter-se na contabilidade das dores pessoais, longe da renovação que surge em cada instante como porta aberta à glória do bem.

Suas mãos no trabalho, médiuns das mãos de Jesus, são um poema de invencível amor.

Ofereça assim, os recursos da própria pequenez e permita que as divinas mãos do Cristo operem pelas suas.

Doe as horas excedentes dos seus dias à jornada abençoada com que o Mestre honra a sua vida, desde que foi iluminada pela mensagem da Doutrina Espírita, que desdobra para o seu entendimento a epopeia da Cruz como lição viva de libertação dos penates da carne.

Emoldure sua existência com as bênçãos resultantes das suas mãos compondo o poema da fraternidade em derredor dos sofredores da Terra.

Suas mãos podem ser as alavancas do amor construindo o mundo novo.

Livro: Sementes de Vida Eterna. Psicografia de Divaldo P. Franco.

Carl Heinrich Bloch

Carl Heinrich Bloch "Sansão" óleo s/tela

Pensar

O pensamento é a nossa capacidade criativa em ação. Em qualquer tempo, é muito importante  não nos esquecermos disso.

A ideia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o destino.

A sua vida será sempre o que você esteja mentalizando constantemente… Em razão disso, qualquer mudança real em seus caminhos, virá unicamente da mudança de seus pensamentos.

Imagine a sua existência como deseja deva ser e, trabalhando nessa linha de ideias, observará que o tempo lhe trará as realizações esperadas.

As leis do destino carrearão de volta a você tudo aquilo que você pense. Nesta verdade, encontramos tudo o que se relacione conosco, tanto no que se refere ao bem, quanto ao mal.

Observe e verificará que você mesmo atraiu para o seu campo de influência tudo o que você possui tudo aquilo que faz parte do seu dia-a-dia…

Deus é Amor e não pune criatura alguma. A própria criatura é que se culpa e se corrige, ante os falsos conceitos que alimente com relação a Deus.

Em nosso íntimo a liberdade de escolher é absoluta; depois da criação mental que nos pertence, é que nos reconhecemos naturalmente sujeitos a ela.

O Bem Eterno é a Lei Suprema; mantenha-se no bem a tudo e a todos e a vida se lhe converterá em fonte de bênçãos.

Através dos princípios mentais que nos regem, de tudo aquilo de nós que dermos aos outros, receberemos dos outros centuplicadamente.

 
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Respostas da Vida. Ditado pelo Espírito André Luiz. Capítulo 23  Pensar

 

 

Carl Heinrich Bloch

Carl Heinrich Bloch "A Ressurreição de Cristo" óleo s/tela

Trabalho

 

“E Jesus lhes respondeu: Meu
Pai obra até agora, e eu trabalho também.”
(João, 5:17.)

Em todos os recantos, observamos criaturas queixosas e insatisfeitas.

Quase todas pedem socorro. Raras amam o esforço que lhes foi conferido. A maioria revolta-se contra o gênero de seu trabalho.

Os que varrem as ruas querem ser comerciantes; os trabalhadores do campo prefeririam a existência na cidade.

O problema, contudo, não é de gênero de tarefa, mas o de compreensão da oportunidade recebida.

De modo geral, as queixas, nesse sentido, são filhas da preguiça inconsciente. É o desejo ingênito de conservar o que é inútil e ruinoso, das quedas no pretérito obscuro.

Mas Jesus veio arrancar-nos da “morte no erro”. Trouxe-nos a bênção do trabalho, que é o movimento incessante da vida.

Para que saibamos honrar nosso esforço, referiu-se ao Pai que não cessa de servir em sua obra eterna de amor e sabedoria e à sua tarefa própria, cheia de imperecivel dedicação à Humanidade.

Quando te sentires cansado, lembra-te de que Jesus está trabalhando. Começamos ontem nosso humilde labor e o Mestre se esforça por nós, desde quando?

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caminho, Verdade e Vida. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 16 edição. Lição 4

Carl Heinrich Bloch

Carl Heinrich Bloch "A Última Ceia" óleo s/tela

A Grande Pergunta

 

“E por que me chamais Senhor,
Senhor, e não fazeis o que eu digo?”
- Jesus. (LUCAS, 6:46) 

 
Em lamentável indiferença, muitas pessoas esperam pela morte do corpo, a fim de ouvirem as sublimes palavras do Cristo.

Não se compreende, porém, o motivo de semelhante propósito. O Mestre permanece vivo em seu Evangelho de Amor e Luz.

É desnecessário aguardar ocasiões solenes para que lhe ouçamos os ensinamentos sublimes e claros.

Muitos aprendizes aproximam-se do trabalho santo, mas desejam revelações diretas. Teriam mais fé, asseguram displicentes, se ouvissem o Senhor, de modo pessoal, em suas manifestações divinas. Acreditam-se merecedores de dádivas celestes e acabam considerando que o serviço do Evangelho é grande em demasia para o esforço humano e põem-se à espera de milagres imprevistos, sem perceberem que a preguiça sutilmente se lhes mistura à vaidade, anulando-lhes as forças.

Tais companheiros não sabem ouvir o Mestre Divino em seu verbo imortal. Ignoram que o serviço deles é aquele a que foram chamados, por mais humildes lhes pareçam as atividades a que se ajustam.

Na qualidade de político ou de varredor, num palácio ou numa choupana, o homem da Terra pode fazer o que lhe ensinou Jesus.

É por isso que a oportuna pergunta do Senhor deveria gravar-se de maneira indelével em todos os templos, para que os discípulos, em lhe pronunciando o nome, nunca se esqueçam de atender, sinceramente, às recomendações do seu verbo sublime.

 
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caminho, Verdade e Vida. Ditado pelo Espírito Emmanuel. Lição 47  

Carl Heinrich Bloch

Carl Heinrich Bloch "Maria e Elisabete" óleo s/tela

O Divino Servidor

 

 

Quando Jesus nasceu, uma estrela mais brilhante que as outras luzia, a pleno céu, indicando a manjedoura.

A princípio, pouca gente lhe conhecia a missão sublime.

Em verdade, porém, assumindo a forma duma criança, vinha Ele, da parte de Deus, nosso Pai Celestial, a fim de santificar os homens e iluminar os caminhos do mundo.

O Supremo Senhor que no-lo enviou é o Dono de Todas as Coisas. Milhões de mundos estão governados por suas mãos. Seu poder tudo abrange, desde o Sol distante, até o verme que se arrasta sob nossos pés; e Jesus, emissário dEle na Terra, modificou o mundo inteiro. Ensi­nando e amando, aproximou as criaturas entre si, espalhou as sementes da compaixão fraternal, dando ensejo à fundação de hospitais e escolas, templos e instituições, consagrados à elevação da Humanidade. Influenciou, com seus exemplos e lições, nos grandes impérios, obrigando príncipes e administradores, egoístas e maus, a modificarem programas de governo. Depois de sua vinda, as prisões infernais, a escravidão do homem pelo homem, a sentença de morte indiscriminada a quantos não pensassem de acordo com os mais poderosos, deram lugar à bondade salvadora, ao respeito pela dignidade humana e pela redenção da vida, pouco a pouco.

Além dessas gigantescas obras, nos domínios da experiência material, Jesus, convertendo-se em Mestre Divino das almas, fêz ainda muito mais.

Provou ao homem a possibilidade de cons truir o Reino da Paz, dentro do próprio coração, abrindo a estrada celeste à felicidade de cada um de nós.

Entretanto, o maior embaixador do Céu para a Terra foi igualmente criança.

Viveu num lar humilde e pobre, tanto quan to ocorre a milhões de meninos, mas não passou a infância despreocupadamente. Possuiu com panheiros carinhosos e brincou junto deles. No entanto, era visto diariamente a trabalhar numa carpintaria modesta. Vivia com disciplina. Tinha deveres para com o serrote, o martelo e os livros.

Por representar o Supremo Poder, na Terra, não se movia à vontade, sem ocupações definidas. Nunca se sentiu superior aos pequenos que o cercavam e jamais se dedicou à humilhação dos semelhantes.

Eis porque o jovem mantido à solta, sem obrigações de servir, atender e respeitar, permanece em grande perigo.

Filho de pais ricos ou pobres, o menino desocupado é invariàvelmente um vagabundo. E o vagabundo aspira ao titulo de malfeitor, em todas as circunstâncias – Ainda que não possua orientadores esclarecidos no ambiente em que respira, o jovem deve procurar o trabalho edifi cante, em que possa ser útil ao bem geral, pois se o próprio Jesus, que não precisava de qualquer amparo humano, exemplificou o serviço ao pró ximo, desde os anos mais tenros, que não deve mos fazer a fim de aproveitar o tempo que nos é concedido na Terra?

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Alvorada Cristã. Ditado pelo Espírito Neio Lúcio. Capítulo 49

Elizabeth Jane Gardner Bouguereau

Elizabeth Jane Gardner Bouguereau "Moça com cesto de uvas" óleo s/tela

O Pior Inimigo

 

Um homem, admirável pelas qualidades de trabalho e pelas formosas virtudes do caráter, foi visto pelos inimigos da Humanidade que conhecemos por Ignorância, Calúnia, Maldade, Discórdia, Vaidade, Preguiça e Desânimo, os quais tramaram, entre si, agir contra ele, conduzindo-o à derrota.
O honrado trabalhador vivia feliz, entre familiares e companheiros, cultivando o campo e rendendo graças ao Senhor Supremo pelas alegrias que desfrutava no contentamento de ser útil.  

A Ignorância começou a cogitar da perseguição, apresentando-o ao povo como mau observador das obrigações religiosas. Insulava-se no trato da terra, cheio de ambições desmedidas para enriquecer à custa do alheio suor. Não tinha fé, nem respeitava os bons costumes.

O lavrador ativo recebeu as notícias do adversário que operava, de longe, sorriu calmo e falou com sinceridade:

- A Ignorância está desculpada.

Surgiu, então, a Calúnia e denunciou-o às autoridades por espião de interesses estranhos. Aquele homem vivia, quase sozinho, para melhor comunicar-se com vasta quadrilha de ladrões. O serviço policial tratou de minuciosas averiguações e, ao término do inquérito vexatório, a vítima afirmou sem ódio:

- A Calúnia estava enganada.

E trabalhou com dobrado valor moral.

Logo após, veio a Maldade, que o atacou de mais perto. Principiou a ofensiva, incendiando-lhe o campo. Destruiu-lhe milharais enormes, prejudicou-lhe a vinha, poluiu-lhe as fontes. Todavia, o operário incansável, reconstruindo para o futuro, respondeu, sereno:

- Contra as sombras do mal, tenho a luz do bem.

Reconhecendo os perseguidores que haviam encontrado um espírito robusto na fé, instruíram a Discórdia que passou a assediá-lo dentro da própria casa. Provocações cercaram-no de todos os lados e, a breve tempo, irmãos e amigos da véspera relegaram-no ao abandono.

O servo diligente, dessa vez, sofreu bastante, mas ergueu os olhos para o Céu e falou:

- Meu Deus e meu Senhor, estou só, no entanto, continuarei agindo e servindo em Teu Nome. A Discórdia será por mim esquecida.

Apareceu, então, a Vaidade que o procurou nos aposentos particulares, afirmando-lhe:

- És um grande herói… Venceste aflições e batalhas! Serás apontado à multidão na auréola dos justos e dos santos!…

O trabalhador sincero repeliu-a, imperturbável:

- Sou apenas um átomo que respira. Toda glória pertence a Deus!

Ausentando-se a Vaidade com desapontamento, entrou a Preguiça e, acariciando-lhe a fronte com mãos traiçoeiras, afiançou:

- Teus sacrifícios são excessivos… Vamos ao repouso! Já perdeste as melhores forças!…

Vigilante, contudo, o interpelado replicou sem hesitar:

- Meu dever é o de servir em benefício de todos, até ao fim da luta.

Afastando-se a Preguiça vencida, o Desânimo compareceu. Não atacou de longe, nem de perto. Não se sentou na poltrona para conversar, nem lhe cochichou aos ouvidos. Entrou no coração do operoso lavrador e, depois de instalar-se lá dentro, começou a perguntar-lhe:

- Esforçar-se para quê? servir porquê? Não vê que o mundo está repleto de colaboradores mais competentes? que razão justifica tamanha luta? quem o mandou nascer neste corpo? não foi a determinação do próprio Deus? não será melhor deixar tudo por conta de Deus mesmo? que espera? sabe, acaso, o objetivo da vida? tudo é inútil… não se lembra de que a morte destruirá tudo?

O homem forte e valoroso, que triunfara de muitos combates, começou a ouvir as interrogações do Desânimo, deitou-se e passou cem anos sem levantar-se…

 
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Alvorada Cristã. Ditado pelo Espírito Neio Lúcio. Capítulo 22 

William-Adolphe Bouguereau

William-Adolphe Bouguereau "Inocência" (1893) 100x52,5 óleo s/tela

A Presença do Amor

O amor — alma da vida — é o hálito divino a espraiar-se em toda parte, manifestando a Paternidade de Deus.

Onde quer que se expresse, imanta quantos se lhe acercam, modificando a estrutura e a realidade para melhor.

No amor se encontram todas as motivações para o progresso, emulando ao avanço, na libertação dos atavismos que, por enquanto, predominam em a natureza humana.

Por não se identificar com o amor na sua realização incessante, a criatura posterga a conquista dos valores que a alçam à paz e a engrandecem.

Sem o amor se entorpecem os sentimentos, e a marcha da sensação para a emoção torna-se lenta e difícil.

Em qualquer circunstância o amor é sempre o grande divisor de águas.

Vivendo-o, Jesus modificou os conceitos então vigentes, iniciando a Era do Espírito Imortal, que melhor expressa todas as conquistas do pensamento.

Se te encontras sob a alça de mira de injunções dolorosas, sofrendo incompreensões e dificuldades nos teus mais nobres ideais, não te abatas, ama.

A noite tempestuosa e sombria não impede que as estrelas brilhem acima das nuvens borrascosas.

Se o julgamento descaridoso te perturba os planos de serviço, intentando descoroçoar-te, mediante o ridículo que te imponham, mesmo assim, ama.

O sarçal aparentemente amaldiçoado, no momento oportuno abre-se em flor.

Se defrontas a enfermidade sorrateira que intenta dominar as tuas forças, isolando-te no leito da imobilidade e reduzindo as tuas energias, renova-te na prece e ama.

O deserto de hoje foi berço generoso de vida e pode, de um momento para outro, sob carinhoso tratamento, reverdecer-se e florir.

O amor é bênção de que dispões em todos os dias da tua vida para avançares e conquistares espaços no rumo da evolução.

Não te canses de amar, sejam quais forem as circunstâncias por mais ásperas se te apresentem. 

A Doutrina de Jesus, ora renascida no pensamento espírita, é um hino-ação de amor, assinalando a marcha do futuro através das luzes da razão unida à fé em consórcio de legítimo amor.

William_Adolphe Bouguereau

William_Adolphe Bouguereau "A Virgem, Jesus menino e São João Batista" (1875) 200,5x122 cm óleo s/tela

Autor: Joanna de Ângelis (espírito)
Psicografia de Divaldo Franco 

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Verdadeiro Espírita

 


“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que empreende para hoje ser melhor do que ontem, e amanhã melhor do que hoje, sempre domando as suas más inclinações”. Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo   
 

“No conhecimento do perispírito está a chave de inúmeros problemas até hoje insolúveis”. (Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, Segunda Parte, cap. I, item 54) 

ASSUNTOS

É verdade.
Por mais que silencies e por mais que a prudência te assinale as manifestações, a vida te exige relacionamento.
E o relacionamento te pede falar.
Surgem aqueles que se referem ao tempo e às dificuldades do mundo.
Outros se reportam aos fatos da época em que vives, comentando ocorrências que a imprensa divulga.
E, em muitas ocasiões, anotas a inconveniência e a infelicidade dos apontamentos expostos.
Quando isso acontecer, respeita as qualidades e os créditos daqueles que comandam as notas que o boato acalenta e modifica a situação.
Todo diálogo assemelha-se à estrada de que se pode retirar esse ou aquele ramal para determinados fins.
À vista disso, quando a conversação ambiente se te mostre indesejável, usa tato e caridade e improvisa um ramal para o trânsito de novas idéias.
Feito isso, tanto quanto possível e se possível, auxilia aos circunstantes, falando de Jesus. 

Autor: Meimei (espírito)
Psicografia de Chico Xavier 



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William-Adolphe Bouguereau

William-Adolphe Bouguereau "Pietá" (1876) 230x148 óleo s/tela




 

 

 

SUGESTÕES

 


Seu triunfo e libertação dependem do esforço desenvolvido para atingir a meta que você objetiva. 
Cuide do seu íntimo – fiscalize a mente. 

No equilíbrio originário da segurança interior, surge a paz inspiradora da felicidade irradiante. 

Comece a felicidade onde sua realização felicite alguém e “guarde a calma na luta”, que “é sempre um sinal de força e confiança”.

Marco Prisco (espírito) / psicografia de Divaldo Franco
…………..

Afeiçoe-se ao conhecimento e estude sem cessar. A ignorância que se retrai deixa campo à felicidade que se expande. 

Transforme a própria fé num Evangelho de ações superiores. A maior religião e a mais necessária é aquele que, fundamentando-se na crença em DEUS, na imortalidade da alma e na Justiça Divina pelo renascimento, se converte em bênção a favor de todos. 
Fé ativa, fé consoladora – religião ideal.

Marco Prisco (espírito) / psicografia de Divaldo Franco
………….

NO ESCLARECIMENTO

Você sempre pode fazer mais pela obra de amor com que o Espiritismo honra sua vida.
A palavra que esclarece, colocada a serviço de alguém, é mensagem libertadora que felicita e enobrece.

Há dores que são apenas miasmas da ignorância, tanto quanto muitas podridões são apenas ausência de drenos. Quem esclarece drena o mal e a enfermidade.

O homem verdadeiramente, somente o é, quando se sente livre. E, para que sua liberdade seja plena, faz-se mister que esteja esclarecido. O conhecimento é o dínamo da renovação interior. 

O Espiritismo não é apenas uma mensagem de alevantamento. É a própria vida da vida em nome da Eterna Vida. 

Há corações esperando por você. Não espere por eles. A luz vem de cima. Quem está elucidado, soluciona
os enigmas para os outros. 

Jesus, padronizando as determinações da vida, retrucou à mulher que exaltava o ventre que O gerara, afirmando que mais “bem-aventurado é aquele que ouve a palavra e a pratica”, renovando a face da Terra, e o Iluminado Codificador do Espiritismo registrou: “…pois aos que não recuarem diante de suas tarefas é que Ele vai confiar os postos mais difíceis na grande obra da regeneração pelo Espiritismo.”

Marco Prisco (espírito) / psicografia de Divaldo Franco

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Francisco Bayeu

Francisco Bayeu "Olimpus: A Queda do Gigante" (1764)