Existem semelhanças entre o Islamismo e o Espiritismo? | Pra quem tem fé | Parte 1 (05/06/2016)

Lei de causa e efeito, caridade como caminho da salvação e a crença de que não há fé sem frutos. Você sabe quais são as semelhanças entre o Islamismo e o Espiritismo? Conheça mais sobre essa religião nascida na arábia e que ao contrário do que muitos pensam prega a paz e a tolerância. Não perca!

DECÁLOGO DO BOM ÂNIMO Por André Luiz e Chico Xavier

DECÁLOGO DO BOM ÂNIMO

Por André Luiz e Chico Xavier

 

1 – Dificuldades?

Não perca tempo lamuriando. Trabalhe.

2 – Críticas?

Nunca aborrecer-se com elas. Aproveite-as no que mostrem de útil.

3 – Incompreensões?

Não busque torná-las maiores, através de exigências e queixas. Facilite o caminho.

4 – Intrigas?

Não lhes estenda a sombra. Faça alguma luz com o óleo da caridade.

5 – Perseguições?

Jamais revidá-las. Perdoe esquecendo.

6 – Calúnias?

Nunca enfurecer-se contra as arremetidas do mal. Sirva sempre.

7 – Tristezas?

Afaste-se de qualquer disposição ao desânimo. Ore abraçando os próprios deveres.

8 – Desilusões?

Por que debitar aos outros a conta de nossos erros? Caminhe para frente, dando ao mundo e à vida o melhor ao seu alcance.

9 – Doenças?

Evite a irritação e a inconformidade. Raciocine nos benefícios que os sofrimentos do corpo passageiro trazem à alma eterna.

10 – Fracassos?

Não acredite em derrotas. Lembre-se de que, pela bênção de Deus, você está agora em seu melhor tempo – o tempo de hoje, no qual você pode sorrir e recomeçar, renovar e servir, em meio de recursos imensos.

 

(Mensagem de André Luiz, extraída do livro “Coragem”,

psicografado por Chico Xavier,

Editora CEC.)

150 anos da obra “O Céu e o Inferno”

Enviado em 31 de julho de 2015 | Publicado por Juliana Chagas

o ceu e o infernoO obra “O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina segundo o Espiritismo” é o quarto livro do chamado “pentateuco de Kardec” e foi lançado em Paris no dia 1º de agosto de 1865, portanto, este ano, em que se comemoram os 150 anos de lançamento dessa obra, cabe aos espíritas a excelente oportunidade de estudar com profundidade as valiosas lições do livro em questão.

O livro, segundo o próprio Allan Kardec, contém “o exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, as penas e as recompensas futuras, os anjos e os demônios, as penas eternas, etc., seguido de numerosos exemplos sobre a situação real da alma durante e após a morte”.

O Espiritismo parte da premissa de que Deus é amor infinito e soberanamente justo, portanto, não poderia gerar um local de sofrimento eterno e não criaria espíritos em condições de privilégio, como, por exemplo, os anjos, os serafins, os querubins e os arcanjos.

Vamos entendendo que somos o autor do nosso destino e que fomos criados simples e ignorantes, de forma que todos, sem exceção, atingiremos a plenitude, sendo que poderemos retardar ou apressar esse estado evolutivo da alma, através dos acertos ou erros, e a reencarnação é o método pedagógico criado por Deus para permitir que essa fatalidade divina, a perfeição relativa, aconteça para todos.

Assim sendo, nós seremos situados pela providência Divina em algum lugar, e se não há limites para um bom local, o mal local será transitório, então Céu e Inferno serão resultados dos estados íntimos da alma, quer ela esteja no corpo ou fora dele.

Cabe-nos administrar o Céu e o Inferno dentro de cada um de nós.

O orai e vigiai deve ser uma constante, pois estamos expostos a energias de toda ordem, o que nos convida a alinharmos os nossos pensamentos e atitudes com as causas do bem.
O ideal é estarmos conectados sempre com a realidade, encarando os momentos de crises como oportunidades de aprendizado.

As dificuldades e desafios, assim como as alegrias e a prosperidade, nos visitaram de tempos em tempos. E para que possamos tirar o devido proveito de cada momento, é recomendável exercitarmos a nossa resiliência, ampliando o nosso olhar, crescendo sempre que superarmos um obstáculo.

Em várias passagens do Evangelho, Jesus nos estimula para que sejamos o sal da Terra e a luz do Mundo.

À semelhança do sal, que possamos temperar a nossa vida com uma pintada maior deste “Céu” interior e assim influenciarmos aqueles que caminharem ao nosso lado.